sexta-feira, 2 de janeiro de 2015



Cisa (Jesus) and the Dead Dog, Khamsa (Quintet), in Persian, Persia, probably Shiraz between 1488 and 1490 - 115 x 98 mm - Niẓāmī Ganjavī (ca. 1141–1209)


Purchased by Pierpont Morgan, 1911, MS M.468, fols. 22v–23r

Item description:

The Makhzan alasrār  (Treasury of Secrets) is the first (ca. 1175) of five long narrative poems making up Niẓāmī's Khamsa (Quintet). Through example, its twenty discourses deal with religious and ethical topics. Here, in an illustration of the tenth discourse, Jesus encounters a dead dog, about which three men make cruel remarks. But Jesus, disregarding faults and finding virtue, tells them that pearls are not as white as the dog's
teeth. The moral: do not seek the faults of others and your own merit, but turn your eyes to yourself. The flaming halo denotes Christ as a prophet and saint.



http://www.themorgan.org/collection/treasures-of-islamic-manuscript-painting/97
"É destino do homem elevar-se até ao centro espiritual da Luz. Para volver à sua primeira condição tem de percorrer o caminho por onde desceu".

Karl Von Eckartshausen

HO'OPONOPONO - A incrível Arte de Cura dos antigos kahunas do Havaí.

1ª parte - HISTÓRIA

Técnica de Cura Ancestral.

O Ho’oponopono é um sistema de Cura, de Resolução de Problemas e de Transformação. Trata do perdão, do amor e de tomar responsabilidade pelas nossas vidas. É um método ancestral havaiano para sanar problemas erestabelecer a identidade divina.

Antiga Técnica Kahuna Havaiana.
 
Em Havaiano, Hoo significa “causa”, e ponopono quer dizer“perfeição”.  Ho’oponopono literalmente significa “corrigir um erro” ou “tornar certo” ou ainda “acertar o passo”; na língua original falada no Havaí. Um erro é uma memória (ou memórias) que em forma de dados reproduzindo-se na mente subconsciente.


Ancestral Kahunas do Havaí.

O Ho’oponopono tradicional faz parte do sistema de cura Kahuna. É o nome que o empresário/pesquisador americano Max Freedom Long deu à sua versão do espiritualismo dos povos antigos do Havaí.(ler mais sobre os Kahunas no endereço: 
http://magiadailha.blogspot.com/2012/02/quem-eram-os-kahunas.html

HO 'OPONOPONO Relacionamento com a DIVINDADE.

O Ho’Oponopono é um dom profundo que nos permite desenvolver um relacionamento funcional com a Divindade interior e aprender a pedir que, em cada momento, os nossos erros de pensamento, palavras, feitos ou ações sejam purificados. O processo diz essencialmente respeito à libertação, à completa liberdade em relação ao passado.


Morrnah Nalamaku Simeona que reinventou a técnica.

Há duas técnicas de Ho’Oponopono
- interpessoal ou tradicional que requer a participação de todos no processo de reconciliação, da solução de problemas.
- intrapessoal, ou Identidade Própria, outra técnica onde você se comunica diretamente com a Divindade.
 

A Sacerdotiza Curadora

 O HO’OPONOPONO Intrapessoal ( parece ser mais eficiente que a primeira técnica) foi resgatado e atualizado  de antigas tradições Huna pela senhora Morrnah Nalamaku Simeona( *1913 Honolulu- +1992 Alemanha), uma “Kahuna  Lapa'au” ou sacerdotisa curadora, que ensinou versão atualizada do Ho’oponopono em todo os Estados Unidos, Ásia e na Europa. Ela mesclou  a antiga técnica com seus conhecimentos cristãos/evengélicos que recebeu. O Dr. Ihaleakala Hew Len, aprendeu com ela, tornando-se seu ajudante (por dez anos) sucessor e divulgador do processo.

Dr. Len e a senhora Simeona

A Sra Simeona foi considerada um tesouro vivo do Havaí em 1983 pela Hongwanji Mission of Honolulu e pelo Legislativo do Estado do Havaí.

No Brasil, o conhecimento da técnica se deu pelo livro“Limite Zero” do Dr. Joe Vitale (escritor americano) e do próprio Dr. Ihaleakala Hew Len.



  Como Dr Len empregou o Ho ‘Oponopono Intrapessoal

Dr. Ihaleakala Hew Len, PhD em psicologia, foi trabalhar num Hospital Estatal do Hawai, onde ficou durante três anos.O pavilhão que lhe foi destinado, psiquiátrico, encerravam os criminosos e loucos e era tão perigoso que os psicólogos que ali iam trabalhar, desistiam do serviço em um mês. A maior parte dos profissionais ficavam doentes ou simplesmente renunciavam. As pessoas que atravessavam esse pavilhão caminhavam com as costas contra a parede, temerosas de serem atacados por seus pacientes. Não era um lugar agradável para viver, trabalhar ou visitar.


Paciente do Hospital ala psiquiátrica.
 
 O Dr. Len assinou um acordo de ter um escritório no hospital e revisar as fichas desses pacientes. Ao revisar as fichas começou a trabalhar consigo mesmo, usando antigas técnicas de cura havaiana, aprendida com a Sra Simeona.Enquanto fazia isso, mesmo sem nunca ter visto os pacientes, eles começaram a se curar.



Depois de alguns poucos meses, foi permitido aos pacientes que deviam estar acorrentados, caminhar livremente; outros que tinham que estar fortemente medicados começaram a diminuir sua medicação. E aqueles que jamais teriam nenhuma possibilidade de ser liberados, tiveram alta. E não foi só isso: os demais atendentes começaram a ir feliz para o trabalho.A ausência e as mudanças de pessoal diminuíam, enquanto aumentava a lista de pacientes que eram liberados, até que o pavilhão fechou.



Dr. Len explicando a técnica Ho'Oponopono.

A Facilidade do Ho’Oponopono
Segundo Dr. Len ele apenas pegava as fichas nas mãos e dizia firmemente: “Sinto muito” e “Te amo”, muitas vezes! (fácil assim...) Dr. Len explica que ele não estava curando os pacientes mas curava aspectos “doentes” nele próprio. Isto era uma prova que algo que você experimenta e não gosta, está ali para que cure. Isso não existe, por assim dizer, exceto como projeções (do Ego) que saem de seu interior. O problema não está com eles, está em você e para mudá-los, é você primeiro que deve mudar.

HO'OPONOPONO AMAR a SI MESMO.

Assim Dr.Len começou a compreender sua própria cura e que, o Ho'Oponopono significava: Amar a Si Mesmo. 
No desenrolar do processo Ho’oponopono, Morrnah (a “criadora” do processo) foi orientada a incluir as três partes do eu, que são a chave para a Auto-identidade. 


Essas três partes, presentes em cada molécula da realidade, são chamadas de Unihipili (criança/subconsciente), Uhane (mãe/consciente) e Aumakua (pai/superconsciente). Quando esta “família interna” encontra-se alinhada, a pessoa está em sintonia com a Divindade, acontece o equilíbrio e a vida começa a fluir. O Ho’oponopono auxilia na restauração do equilíbrio, primeiramente no individuo e depois em toda a criação.

O HO' OPONOPONO Restaura o Equlíbrio.

“Se deseja melhorar em tudo, deve antes Curar sua vida. Se deseja curar qualquer outro, ainda que seja um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo.” 
“O resultado é que, amar a si mesmo é a melhor forma de melhora-se e enquanto você melhora a si mesmo, melhora seu mundo”. Dr. Len

http://magiadailha.blogspot.com.br/2012/05/hooponopono-incrivel-arte-de-cura-dos.html

HO'OPONOPONO - Curas Profundas- Simples Palavras!

O MÉTODO HO 'OPONOPONO( 2ª parte)

Não julgues e não serás julgado. Não condenes e não serás condenado. Perdoa e serás perdoado. Jesus (Lucas 6: 36-38)

CURAS com SIMPLES PALAVRAS.

Nossa reação aos problemas é uma repetição de lembranças.As dificuldades normalmente são obstáculos que temos encontrado antes, mas que nunca resolvemos. Por esta razão, a situação volta para darmos a oportunidade de reagir de forma diferente.

A técnica é simples. Trata-se basicamente da repetição das frases, como indica o Dr. Hew Len:

TE AMO!

• “Te amo”: Quando experimentar problemas (repetição de lembranças), diga-lhes mentalmente: “As amo queridas lembranças. Agradeço a oportunidade de liberá-los tanto a vocês como a mim”. O “te amo” pode ser repetido em voz baixa mais vezes, como um mantra. As lembranças jamais se vão nem se aposentam a menos que a gente as aposente. 
  
SOU GRATO!

• “Obrigado”: Este processo pode ser utilizado em lugar do “Te amo”. E tal como com o “Te amo”, pode repetir-se mentalmente várias vez, ou junto com “Te amo”. Obrigado por TUDO...por mim mesmo, pelas pessoas, pelas coisas; pelo bom e pelo ruim, porque também aprendi com ele!

SINTO MUITO!

• “Sinto muito”: o indivíduo por meio da sua mente consciente lhepede ao Amor que retifique os erros em seu interior. "Sinto muito” pelo fato.

ME PERDOE!!!
.“Me Perdoe”: ( antes era expresso no “sinto muito”) por  favor, perdoa o que está acontecendo dentro de mim e que se manifesta com este problema".

Consciente e Inconsciente

Assim, proferindo essas palavras, a mente consciente tem uma opção:iniciar o processo de limpeza ou permitir que as lembranças nos repitam os problemas incessantemente. Podemos reagir ou soltar, sofrer ou ser felizes. Você escolhe!

Divindade, transmute minhas
 memórias em Pura LUZ!

No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a (Deus) Divindade:

“Divindade, limpe em mim as memórias que estão causando este problema. Transmute-as em pura luz”

Palavras que Curam

Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar. Não há limites no número de vezes que esta ferramenta pode ser usada


O Poder Maravilhoso do PERDÃO!

Para fazer Ho'OPonopono não precisa saber qual foi o erro cometido ou qual foi o problema. Apenas necessita perceber a existência de situações físicas, mentais ou emocionais que estejam te afligindo. 
O que existe em MIM que faz 
com que esta pessoa me ataque?

Se você tem um problema com outra pessoa, simplesmente pergunte-se: “O que existe em mim que faz com que esta pessoa me ataque?”. Eleva-te sobre essas situações dizendo simplesmente: “Eu sinto muito por qualquer coisa que tenha acontecido ou esteja acontecendo. Por favor, me perdoe”.


Ho'Oponopono também serve para sanar
 objetos, situações e lugares

O Ho'Oponopono vale também para tratar situações derivadas de objetos inanimados, espaços físicos que devam ser sanados, etc.

Dr Len disse que, por várias vezes viu a senhora Morrnah produzir grandes curas, verdadeiros milagres, com umaOração de Perdão Huna que ela fazia junto a pessoas, quando a situação exigia uma força maior; uma "ajuda":


AS  BENÇÃOS do PERDÃO.

A Oração do Perdão Huna (da Senhora Morrnah)

“Divino Criador, pai, mãe, filho em um…
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos,
 à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações 

do início da nossa criação até o presente, 
Nós pedimos seu perdão…
Deixe isto limpar, purificar, liberar, 
cortar todas as lembranças, bloqueios,
energias e vibrações negativas
e transmute estas energias indesejáveis 

em PURA LUZ…
E assim está feito.”


Sra. Morrnah: Sou Grata,Te amo.





































         

* A Srª Morrnah Nalamaku Simeona foi a Kahuna que ensinou a técnica de Ho'Oponopono ao Dr. Ihaleakala Hew Len que por sua vez passou ao escritor Joe Vitale, não permitindo assim que desaparecesse esse incrível e simples modo de Cura dos povos Kahunas.

http://magiadailha.blogspot.com.br/2012/05/hooponopono-curas-profundas-simples.html


Morrnah Simeona


Morrnah Nalamaku Simeona (nascido em 19 maio, 1913 - morreu 11 de fevereiro de 1992) reconhecida como lapaau kahuna (Curadora), no Havaí, lecionou sua versão atualizada do Hooponopono nos Estados Unidos, Ásia e Europa.

Morrnah nasceu 19 maio de 1913, em Honolulu, no Havaí, filha de Kimokeo e Simeona Lilia, ambos havaianos nativos (1). Sua mãe, Lilia, era reconhecida como uma das últimas Kahea laau kahuna ou sacerdote que cura com as palavras (2). Morrnah era praticante de massagem lomilomi e durante 10 anos teve e dirigiu SPAS de Saúde nos hotéis Kahala Hilton e Royal Hawaiian (3). Entre os clientes de sua massagem no SPA Hilton teve Lyndon B. Johnson, Jackie Kennedy e Arnold Palmer (4). Em 1983, ela foi reconhecida como Lapaau kahuna (Curadora) e homenageada como "Tesouro Vivo do Hawai'i" pela Sessão do Havaí da Honpa Hongwanji (5). 

Ho'oponopono

Em 1976 ela começou a modificar o processo tradicional havaiano de perdão e reconciliação do Ho'oponopono à realidade do mundo moderno. Sua versão do Ho'oponopono foi influenciada por sua educação cristã (católica e protestante) e por seus estudos filosóficos sobre a Índia, China e Edgar Cayce. A combinação de tradições havaianas, orações para o Divino Criador e de problemas associados com Reencarnação e Carma resultaram em um processo novo e único de resolução desses problemas, mais associado à auto-ajuda que ao processo coletivo tradicional havaiano. Ela não teve escrúpulos em adaptar os conceitos tradicionais para aplicações contemporâneas, não obstante as críticas de alguns tradicionalistas havaianos. "Seu sistema usa técnicas Ho'oponopono para criar um trabalho de parceria entre as três partes da mente ou self, que ela chama por nomes havaianos, assim como pelos termos subconsciente, consciente e superconsciente."(6)

Ela ministrou treinamentos e palestras sobre Ho'oponopono nas Nações Unidas (7), em quase uma dezena de estados dos EUA, e em mais de 14 países, entre eles Alemanha, Holanda, Suíça, França, Rússia e Japão (8). Ela palestrou em escolas de ensino superior, como a Universidade do Havaí e da Universidade Johns Hopkins, em instituições médicas, religiosas e em empresas. Em 1982, ela organizou o Primeiro Simpósio Mundial de Identidade do Homem (9). Um repórter observou: "Havia alguma coisa de muito calma e penetrante ante a presença e voz de Simeona, uma sensação de serenidade em torno dela, no modo como ela falava em ensinar as pessoas a aliviar o stress e alcançar a paz de espírito". (9)

Para difundir seu processo Ho'oponopono, fundou a Pacifica Seminars nos anos 1970 e em 1980 a  Foundation of ‘I’, Inc. (Freedom of the Cosmos). Em 1990, ela lançou a Pacifica Seminars na Alemanha. Simeona escreveu três apostilas de autorrealização através do Ho'oponopono: Básico 1 (128 pg), Básico 2 (para seguir após dois anos de prática) e Básico 3 (para seguir após cinco anos). O intervalo recomendado para aprender o Básico 2 e 3 destina-se a desenvolver um profundo respeito pela "Divina Presença". Em 1990, a 8 ª edição original em Inglês do Básico 1 foi traduzida e impressa em alemão e francês. (10) (11)

No outono de 1990, sua última viagem para palestras e seminários a levou da Europa até Jerusalém. Em 16 de janeiro de 1991, ela voltou para a Alemanha, onde vivia tranquilamente na casa de um amigo em Kirchheim, próximo a Munique, até sua morte em 11 de fevereiro de 1992.


 Estátua da Liberdade 


 Estátua da Liberdade modelo de gesso no Centro de Visitantes do Capitólio.

Em 25 de março de 1992, o senador democrata estadunidense Daniel Akaka (Hawaii), fez um Elogio de Simeona nos Anais do Congresso (12). Ele observou que ela descobriu que a estrutura original em gesso que serviu de base para a Estátua da Liberdade fundida em ferro, ficara armazenada em um depósito no topo da cúpula do Capitólio. Ela levantou 25 mil dólares para a reforma e restauração da estátua, e, como resultado, foi transferida e exposto no Russell Senate Office Building (agora encontra-se no Capitol Visitor Center), aonde, disse Akaka, serve como lembrança de Simeona.(12) 

NOTAS

1. Dept. of Commerce, Bureau of Census, Fifteenth Census (1930)
2. Rodman, Julius Scammon, The Kahuna Sorcerers of Hawaii, Past and Present, p. 195 (Exposition, 1979)
3 Morrnah Simeona, kahuna lapaʻau, Honolulu Advertiser, p. C4 (Feb. 17, 1992)
4 Dye, Bob, Hawaiʻi Chronicles II: Contemporary Island History from the Pages of Honolulu Magazine, p. 298-301 (Pitzer, Pat, Kahuna, The Keepers of the Secrets, Nov. 1984), University of Hawaiʻi Press (1997) ISBN 0-8248-1984-5
5 Five persons are named as Living Treasures, Honolulu Star Bulletin (Feb. 12, 1983)
6 Dye Bob, Pitzer Pat
7 Chai, Makana Risser, Na Moʻolelo Lomilomi: The Traditions of Hawaiian Massage & Healing, p. 47, Bishop Museum Press (2005) ISBN 978-1-58178-046-8
8 U.S. Senator Daniel Akaka, In Memory of Morrnah Nalamaku Simeona, Congressional Record, Proceedings and Debates of the 102d Congress, Second Session, Vol. 138, No. 43 (March 25, 1992)
9 Scott, Nadine W., Kahuna to Explore the Ancient Ways, Honolulu Star Bulletin (July, 1982)
10 Simeona, Morrnah, Selbst-Identität durch Hoʻoponopono, 128 pg, Pacifica Seminars (1990)
11 Simeona, Morrnah, L'Identité de Soi-Même par Hoʻoponopono, 128 pg, Pacifica Seminars (1990)
12 a b Daniel Akaka

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

* Cooke, Maria, Enquanto isso, em Honolulu, The Honolulu Advertiser (13 de fevereiro de 1974)
* Sifford, Darell, foi possível uma liturgia Kahuna de ter feito essas alterações?Entrevista de Simeona Morrnah, Philadelphia Inquirer (02 de dezembro de 1980)
* Brower, Nancy, ela resolve problemas, o Times Asheville (10 de junho de 1981)
* Sifford, Darell, Spirit Healer: A Kahuna foi convincente, mas ela poderia curar uma alergia? Philadelphia Inquirer (30 de junho de 1981)
* Matsuda, Craig, Hooponopono traz felicidade, diz ela, The Miami Herald, edição de Broward (22 de junho de 1981)
* Scott, Nadine W., Kahuna para explorar os caminhos antigos, Honolulu Star Bulletin (7 jul 1982)
* Bowman, Pierre, atualizações Kahuna práticas antigas, Entrevista de Morrnah Simeona, The Honolulu Advertiser (08 de julho de 1982)
* Cooke, Maria, Kahuna na cozinha, o publicitário de Honolulu (08 de setembro de 1982)
* A saúde, a liberdade de stress, o caminho Kahuna havaiano, Carson City Nevada Appeal (21 de novembro de 1982)
* Cinco pessoas são nomeadas como Living Tesouros, Honolulu Star Bulletin (12 fevereiro de 1983)
* Três oficinas de saúde stalted em Kalani Honua, Hawaii Tribune Herald (13 de abril de 1983)
* Braxton, Virginia A., Hooponopono, se livrando do excesso de estresse e Round-Up Springfield, Springfield News-Sun (30 de junho de 1983)
* Dye, Bob, Crônicas Hawaii II: História Contemporânea Ilha das páginas da revista Honolulu, p. 298-301 (Pitzer, Pat Kahuna, Os Guardiões dos Segredos, Nov. 1984), Imprensa da Universidade de Hawaii (1997) ISBN 0-8248-1984-5
* Dusen, Van Ann Jane, A Way of Life Interview, de Simeona Morrnah, o jornal Movimento, Movimento de Consciência Espiritual Interior (Abril 1985)
* Young, Melinda, de criar a paz em um mundo agitado, Manoa News (outubro 1986)
* Morrnah Simeona, Kahuna Lapaau (obituário), Honolulu Advertiser (17 de fevereiro de 1992)


fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Morrnah_Simeona


O Processo Ho’oponopono


Quando sofremos com algum problema, seja ele um problema de relacionamento com outra pessoa, problema de saúde, ou quando a auto-estima está em baixa, quando nada parece dar certo, ou não ter solução em vista, o que continuamos fazendo? Continuamos buscando soluções e respostas através da atividade da mente, da análise de experiências passadas, do conhecimento adquirido ou consultado, tudo isso é o intelecto querendo resolver os problemas. Mas pelo Ho’oponopono compreendemos que o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas.

Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias se repetindo em sua Mente Subconsciente. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço liberado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, ou sua origem. A sua responsabilidade está em não permitir que o padrão se repita, gerando mais problemas, perpetuando a condição de sofrimento. Isso porque o ser humano só pode viver de duas maneiras: uma, pela programação adquirida, memórias se repetindo, a outra pelas inspirações, que são divinas.

No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:

“Divindade, limpe em mim as memórias que estão causando este problema. Transmute-as em pura luz”

Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.

Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.

“Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.

“Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.

Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Aqui está a oração original da Kahuna Morrnah Simeona, criadora do Processo Ho’oponopono da Identidade Própria, oração simples e poderosa:

“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
Assim está feito.”

Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador.

Só é necessário isso.



Bem-vindo Subconsciente - Graças ao Ho'oponopono

         Jens Weskott

Como todo conhecimento, a Sabedoria Huna evoluiu e incorporou mudanças. Entre outras coisas, isso vale para a tradicional técnica de resolução de conflitos Ho’oponopono. A venerada kahuna Morrnah Simeona, que lecionou na Universidade de Havaí, concentrou-se nos conflitos interiores das pessoas. Colocou o foco no papel relevante do subconsciente e seu contato – através do Supraconsciente – com a Divindade.

Acima dos três níveis da mente – Subconsciente (Unihipili), Consciente (Uhane) e Supraconsciente (Aumakua) – reafirmou a presença e a ação da Divindade na condução de uma vida harmoniosa. Enquanto à vontade, ao ego e ao longamente enaltecido consciente era retirado seu papel de controlador.

Revolução? Não, evolução em direção a uma psicologia espiritual diferente. Antes de falecer em 1992, Morrnah deu cursos e apresentou sua psicologia nas Nações Unidas. A fundação por ela criada está hoje a cargo de Ihaleakala Hew Len, Ph.D., formado em psicologia pela Universidade de Iowa.

O ponto de partida é a constatação que nosso subconsciente está sobrecarregado por memórias repetitivas, um processo que segundo Morrnah já começou muitas gerações atrás e causa os problemas pessoais atuais. Limpar – e transmutar - tais memórias é uma tarefa que o consciente pode pedir à Divindade, a fim de voltar ao ‘estado zero´ou ‘vazio’ do subconsciente.

É próprio do subconsciente que esse ‘vazio’ pode ser ocupado seja por memórias ou por inspiração. Paralelamente à nova visão do subconsciente, há uma reavaliação da mente consciente. O Dr. Len o diz assim: “Sua mente consciente tenta entender tudo. Mas ela somente percebe 15 bites de informação enquanto há 15 milhões de bites circulando em cada instante. Sua mente consciente não tem nem idéia do que realmente está acontecendo”. 

O intelecto, a mente consciente, acredita ser o solucionador de problemas. No livro ‘A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência’, o jornalista científico Tor Norretranders traça uma imagem diferente da consciência. Cita estudos e pesquisas, particularmente do prof. Benjamin Libet, da Universidade da Califórnia em São Francisco, revelando que as decisões são tomadas antes que a consciência as faça. E que o intelecto não é ciente disso, acreditando ser é apenas ele que decide. 

Nas palavras do Dr. Len, a mente consciente não tem o controle sobre o que é experimentado. Inspiração e memória ditam o que a mente consciente experimenta. Insiste, então, em pedir à Divindade sem parar para transmutar as memórias. E cita exemplos ilustres: transmutar ao vazio (Budha), ao limpo (Shakespeare), à pureza (Jesus) e ao silêncio (Goethe). Segundo ele, essa é nossa única tarefa. Não é preciso fazer mais nada além de limpar, apagar, apagar…

“Busque primeiro o Reino (o vazio/limpo/ pureza/ silêncio) e o tudo restante (Inspiração) será acrescentado automaticamente.”

Essa psicologia transformadora vem do mesmo Havaí que abrigou gerações de xamãs kahunas agindo em segredo. Mas, quão diferente é a versão atual! Houve uma mudança radical desde suas remotas origens até os nossos dias. O subconsciente, tão execrado por Freud e seus fiéis sucessores, virou um membro nobre da casa humana! Sim, é ele que comanda o semáforo. Deixa abrir a caixa de memórias a fim de que seja, simbolicamente, limpa. O consciente pode continuar achando que é ele quem toma as decisões. Mera ilusão. Sujeito a enganos, ele deixa de ser confiável.

Surge aqui um novo ser humano, desprendido, purificado, renovado, à espera de ser plasmado pela Divindade de iluminação ou, nos termos do novo Ho’oponopono de Identidade Própria, um subconsciente impregnado pela Intuição, e não mais vítima das memórias repetitivas.

Diferente do caminho Huna tradicional, não é mais o intelecto que planeja metas concretas. O Dr. Len afirma que “limpar visando um resultado não funciona”. O praticante de Ho’oponopono Al McAllister, autor de e-book do mesmo nome, comenta: “Mas quando você limpa por limpar, pode ser agradavelmente surpreendido pelo que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a mente consciente de ter que decidir o que deve ou não ser limpo".

Com o Ho’oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias em comum que compartilhamos com outras pessoas. O intelecto não tem capacidade de assimilar e avaliar toda a informação que se apresenta em relação a qualquer problema, portanto, não sabemos o que está acontecendo em momento algum.

Quando dizemos à Divindade: ‘Se há algo em mim que estou vivenciando as pessoas de um determinado modo, quero liberar essas coisas: ao se liberar essas coisas, mudamos nosso mundo interior, e isso em contrapartida faz com que o mundo inteiro mude”.

Cita o Dr. Len:"Ao aparecer um problema, o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Continuamos procurando lá fora (de nós) a origem de nossos problemas. Não percebemos que a origem está sempre dentro de nós’.

Morrnah Simeona, a professora do Dr. Len, ensinava que "nós estamos aqui somente para trazermos paz para nossa própria vida, e se trazemos paz para nossa própria vida, tudo em nossa volta encontra seu próprio lugar, seu próprio ritmo de paz", e isso é tudo que é Ho’ponopono.

De acordo com o Dr. Len, "Ho’oponopono é sobre se entregar e confiar,
porque resultados são trabalhos do intelecto. Expectativas são somente memórias se repetindo, e nada na vida acontece acidentalmente. É a Divindade que está orquestrando os eventos, e nosso trabalho é estar em paz".

"Se insistimos em determinar metas, precisamos estar sempre limpando para aceitarmos se soltar e permitir que nossa vida siga o caminho a ser seguido. Se somos inflexíveis, e temos nossa mente em somente uma meta, perdemos as muitas oportunidades (Inspirações) que provém do Divino".

Dr. Len: "É imperativo realizar que a pessoa que pratica o processo Ho’oponopono não está curando, e sim que o Ho’oponopono é o processo de se permitir que a Divindade, que criou tudo e sabe de tudo, cancele as memórias que vivenciamos como problemas". 

O Dr. Len continua dizendo que "somos todos Seres Divinos, mas a mente só pode servir a um mestre de cada vez. Pode servir as memórias repetindo os problemas, ou pode servir a Divindade que são as Inspirações".

"O intelecto tem esta escolha: pode funcionar comandado pelos problemas, ou pode funcionar comandado por Inspiração".

"O processo Ho’oponopono só precisa de uma pessoa: A Paz começa comigo. E com ninguém mais. Todos querem estar em sintonia consigo mesmo, e só quando conseguirem poderão cumprir seu destino”.

Jens Weskott é pesquisador, autor, renomado especialista em Huna.


http://www.hooponopono.ws/historia.php