O abraço é um dos atos mais importantes da vida humana. Abraçar é amar e integrar seu espírito com o espírito de outra pessoa. É alcançar a unidade entre duas almas. Quanto maior o afeto, melhor o abraço. Quanto mais desinteressado, mais evoluído e melhor. Abraçar é acolher. Todos precisamos de acolhimento e perdão. O abraço não pode ter limites. Abraçar quem temos diferença é sinal de maturidade. É o momento para encerrar diferenças. Precisamos praticar o abraço todo o dia. Abrace quem quer que seja e seja feliz.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
28 DE OUTUBRO - DIA DE SÃO JUDAS TADEU
Padroeiro dos desesperados e das causas perdidas
Oração a São Judas Tadeu
(para casos de necessidade e grande aflição sem solução)
São Judas Tadeu, glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus.
O nome de Judas Iscariotes, o traidor de Jesus, foi a causa de que fosseis esquecido por muitos; mas agora a Igreja vos honra e invoca universalmente como patrono dos casos desesperados, dos negócios sem remédio.
Rogai por mim que sou tão miserável!
Fazei uso, eu vos imploro, desse particular privilégio que vos foi concedido, de trazer viável e imediato auxilio, onde o socorro desapareceu quase por completo. Assisti-me nesta grande necessidade, para que eu possa receber as consolações e o auxílio do céu em todas as minhas precisões, atribulações e sofrimentos.
São Judas Tadeu, alcançai-me a graça, que vos peço, de ... (aqui faz-se o pedido particular), e para que eu possa louvar a Deus , convosco e com todos os eleitos, por toda a eternidade.
Eu vos prometo, ó bendito São Judas, lembrar-me sempre deste grande favor e nunca deixar de vos louvar e honrar como meu especial e poderoso patrono e fazer tudo o que estiver ao meu alcance para incentivar a devoção para convosco.
Amem
São Judas, rogai por nós e por todos os que vos honram e invocam o vosso auxilio!
Rezar :
1 Pai Nosso
1 Ave Maria,
1 Glória ao Pai
(PARA QUE OS PEDIDOS SEJAM ATENDIDOS É NECESSÁRIO FÉ E AMOR)
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Deus
O Zoroastrismo reconhece um Ser Supremo, chamado Ahura Mazda. “Ahu” significa Ser. Em sânscrito, Ahu é o mesmo que Atma, o morador real do coração, o “eu” verdadeiro. O primeiro ensinamento do Profeta é que Ahura Mazda é o Supremo Ser Único. Ahura (asura en sânscrito antigo) significa Criador de vida. Maz (en sânscrito mah) e a raiz da (em sânscrito dha), significa Criador da Matéria. Então, Ahura Mazda é o Ser único onipresente, criador da vida e da matéria.
O Deus do Mazdeísmo não é um Juiz severo que castiga os erros humanos. Ahura Mazda é o Bem Supremo, a Luz que guia os homens. Criou o universo para que eles progridam e evoluam rumo à meta, que é a união com Deus. Assim alcançarão a Plenitude (Haurvatat) e a Eternidade (Ameretat).
Os Amesha-Spenta ou qualidades divinas
O Ser Supremo é sem forma. Só pode ser visto com o olho interno (Yasna 45:8), e não através dos sentidos. Para experimentá-lo diretamente, Zaratustra mostrou o caminho através dos seis Amesha-Spenta (Sagrados Imortais) ou aspectos de Deus. São noções abstratas que posteriormente foram concebidas como anjos ou espíritos. Consistem na Mente Pura (Vohu Manah), na Retidão mais Alta (Asha Vahishta), o Poder Divino (Khshathra Vairya), a Piedade Progressiva (Spentâ Aramaiti), a Plenitude (Haurvatât), e a Imortalidade (Ameretât). Os últimos três aspectos são descritos como dons da Graça divina que acontecem ao aspirante por seguir a Retidão mais alta ou Verdade.
Os Amesha-Spenta são seis em número e todos são aspectos do Supremo Ahura Mazda:
• Ahura Mazda ou Deus: Não é um Amesha-Spenta mas é a sua razão de ser. Deus é a fonte de toda a criação e o propósito ao qual se deve aspirar. Zaratustra ensinou que Mazda criou o universo através da Evolução, que implica progresso em quantidade e qualidade: primeiro o céu, luminárias, logo a água e a terra. A vegetação cresceu na terra seguida pelas formas simples de animais, que evoluiram até chegar ao homem. O ser humano tem em si o Ser divino ou AHU, que deve descobrir, junto com as tendências animais que tem que ir abandonando progressivamente.
• O primeiro Amesha-Spenta é Vohu Manah ou a Mente Pura. Somente uma mente pura e benevolente pode compreender a verdadeira natureza do homem, a Suprema Realidade, e discernir entre o verdadeiro e o falso, o correto e incorreto. É uma mente de pensamento lógico preciso, com uma claridade livre de prejuízos e preconceitos, e portanto capaz de perceber a bondade do Criador. Isto acontece quando a pessoa elege "Spenta Mainyu" – a Mentalidade progressista, ao procurar examinar as "...melhores coisas... considerar (refletir e meditar) com uma mente brilhante (clara e objetiva) e…selecionar algum dos dois discernimentos (mentalidades)…" (Verso 3:2). Vohu Manah de repente seja melhor descrito como a iluminação que ocorre a aquele que, como Zaratustra, percebe o Ser em sua sabedoria como o criador do universo em toda sua magnificência.
• A Mente Pura permite captar o segundo aspecto de Deus, el Asha-Vahishta. “Vahishta” significa O Mais Alto, e “Asha” é o Princípio Ordenador da Realidade ou Lei Eterna (Dharma em sânscrito). Este Princípio não se refere somente a uma ordem física e sim espiritual, mental e ética. O aspirante deve compreender e seguir a eterna lei de Deus mediante uma conduta reta. A Retidão abarca todas as virtudes baseadas na Verdade: em pensamento, palavra e ação. É interessante notar que os Vedas apresentam o mesmo conceito na frase “Sathyan-nasti paro Dharma”, que significa “Não há Dharma (retidão, princípio) mais alto que a aderir à Verdade.” É o caminho a Deus por excelência. No Yasna 60:12 o aspirante eleva uma súplica: “Que eu possa, através de Asha-Vahishta, ter uma visão de Ti, que possa ser atraído por Ti, e que possa unir-me a Ti”.
• O terceiro aspecto está descrito na primeira línha do Yasna 51:1, como o “Vohu-Kshathrem-Vairym” o Poder Divino, Soberano. É uma benção outorgada a todos aqueles que consagram sua vida a seguir o caminho da Retidão mediante a Mente Pura. É a apropriação destes princípios divinos e a sua aplicação à sociedade e à vida individual. Graças a esta força, o aspirante adquire o poder de reinar em seu reino interior.
• Spenta-Armaiti é o dom da sabedoria suprema nascida da Piedade e da Devoção. O Yasna 32:2 afirma que Spenta Armaiti vai de mão dada com Asha, e no Yasna 45:4 é descrita como a filha de Mazda e igualada com a Sabedoria de Asha. O aspirante progride através da graça de Armaiti (Yasna 30:7), que traz com ela as outras três qualidades: Menta Pura, Retidão e Poder divino.
• O dom de Khurdad-Haurvatat ou Doçura da Perfeição. É um estado de Plenitude, de completo bem-estar, em que o aspirante percebe o Um e como conseqüência desta compreensão, irradia amor. É o fim da dualidade.
• O estado de imortalidade ou Ameratat (Amrita en sânscrito) é o dom final da Sua graça. O aspirante é uma alma liberada que já não se identifica com o corpo. É um estado de completa bem-aventurança.
O problema da dualidade
Afirmar que o Zoroastrismo é uma religião dualista é um erro. Existe um Ser único ou Deus; Ahura Mazda. O Bem e o Mal são relacionadas às eleições éticas dos mortais. O Mal só mora dentro das mentes e se produz por eleições erradas, retrógradas, más. Por outro lado o Bem também é um produto das decisões retas da mentalidade Progressista ou Pura.
No primeiro verso do Yasna 30, Zaratustra se refere a estas duas “mentalidades” (Mainyus) criadas por Ahura Mazda, entre as quais o homem deve discernir. A mentalidade boa, progressista, é aquela moralmente edificante ou “Spenta Mainyu”. O gêmeo oposto é "Aka o Angra Mainyu": a mentalidade má, injusta, retrógrada. Ele diz que estes dois 'Mainyus' são gêmeos "… o 'bom' e o 'mau' em pensamentos, palavras e fatos". Zaratustra põe ênfase na necessidade de eleição e na importância de eleger o bem, que está em harmonia com a Ordem Cósmica (Asha) e conduz à União com Deus ou Perfeita bem-aventurança. Para conseguir isso, propõe a tríade ética de bons pensamentos, boas palavras e boas ações.
Nos textos ulteriores (Pahalvi) estas mentalidades gêmeas foram concebidas como dois "espíritos", e posteriormente transformadas em duas entidades "Ohrmazd" (Deus) e "Ahriman" (o Diabo). Esta distorção tardia ocorrida durante a dinastia dos sasánidas deu lugar à crença errônea que ha Dualismo teológico no Zoroastrismo.
Porém, não tem nenhum Ahriman (diabo) nos Gazas e nunca foi mencionado como uma entidade ou como um espírito. As duas mentalidades, os dois princípios, representam as eleições éticas que os humanos devem fazer e indicam a maneira correta e justa de viver a vida.
http://www.h2hlatino.org/articulos.php?id=85&idioma=por
http://www.h2hlatino.org/articulos.php?id=85&idioma=por
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Dias Negativos
Existem dias negativos ao longo de todos os anos. A época do carnaval e a metade final de outubro são exemplos. Períodos em que a polaridade negativa da Terra está mais atuante e abre um canal favorável àqueles que vibram para o Mau. Os desavisados e todos aqueles dotados de baixa informação sobre o tema são levados por essas forças a cometer desatinos e outras infernalidades porque estão com suas proteções deslocadas, desativadas ou ainda não consciente dessa capacidade.
Dias negativos são dias de recolhimento. O ambiente pede atrito. Nós precisamos de silêncio. Quanto menos nosso murmúrio, menos vibrações emitimos.
Devemos evitar grupos de pessoas, multidões ou mesmo certas pessoas com o qual ainda não conseguimos nos compatibilizar.
Devemos optar pela cautela no agir e no falar. Mais que nunca, evitar o confronto porque é na fração de segundo do descuido que tudo se perde. Seremos, nesses dias, testados para o mérito da proteção. Se fracassarmos não devemos nos punir ou sofrer, simplesmente aprender a razão pela qual não passamos no teste. Assim como não queremos ser vítimas da negatividade, não devemos emitir pensamentos ou atitudes negativas de raiva ou intolerância para com o próximo, principalmente contra aqueles que nos agridem no trato cotidiano, aqueles com o qual temos diferenças ou arestas não aparadas.
Devemos escutar e discernir porque quando não falamos, observamos e ao observar, testemunhamos e refletimos, evitando a opinião precipitada e afastando a possibilidade do atrito. Quando somos motivados a reagir diante de uma opinião ou expressão de alguém que desconhecemos ou que priva de nossa rede social ou por discordar ou meramente por valores que julgamos relevantes imergimos em uma infernalidade.
Devemos carregar como lema ou exercitar como um mantra para reflexão e libertação que o pessimismo não nos governará.
Devemos pensar antes de agir para não dar vazão à emoção inflamatória do rompante, para seguir o caminho do meio alicerçados pelo equilíbrio, por onde sigamos, em tudo que sintamos.
Devemos aprender a saber como impedir maus sentimentos sem julgar, inferir ou enfrentar.
Devemos saber que tudo tem seu ciclo. Os dias negativos passam. Basta aguardar para colher o que virá depois.
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